Tag Archives: mercado de trabalho

O que é ser um empreendedor?

Você sabe se possui as principais características de um perfil empreendedor? No Produtive Carreira LAB de hoje, Nelmar Vaccari, Consultor de Fontes Alternativas de Renda da Produtive, explica que inovar e pensar em novas soluções para a sociedade são apenas algumas dessas. Vem conferir!

Fui desligado, como comunicar e ter apoio da família neste momento?

Profissionais quando desligados de empresas passam por um momento de desconforto e insegurança a ponto de não saberem como comunicar à família sobre o ocorrido. Esse drama é muito comum e há casos em que a pessoa continua com a mesma rotina, saindo para “trabalhar”, como um meio de postergar a situação. Por isso, no Produtive Carreira LAB de hoje, a Consultora Sênior de Carreira, Deisy Razzolini, explica como fazer para que essa comunicação diminua impactos e a pessoa tenha o apoio da família neste momento delicado. Dê o play para conferir!

Qual defeito falar em uma entrevista de emprego?

Um dos momentos mais desconfortáveis em uma entrevista de emprego é falar sobre os defeitos ou pontos de melhorias e, normalmente, é uma pergunta que não falta mesmo em posições mais altas. No Produtive Carreira LAB de hoje, nossa Consultora de Carreira, Fernanda Bitarello, fala como se preparar parar identificar este ponto sem comprometer todo o desempenho no processo seletivo. Dê o play e confira!

Quais os sinais mostram que os pilares de carreira estão desalinhados?

Como em todos os aspectos da nossa vida, há momentos em que os pilares de carreira podem estar em desequilíbrio, impactando diretamente na nossa qualidade de vida e produtividade. No Produtive Carreira LAB de hoje, Deisy Razzolini comenta quais os sinais que revelam este desalinhamento e como percebê-los a tempo para ação e cuidado imediato. Confira no vídeo!

Vagas para trabalhadores acima de 59 anos são as que mais crescem no Brasil

O ano de 2020 promete significativos avanços no mercado de trabalho, principalmente para os profissionais acima de 59 anos, segundo pesquisas. Com a participação da Diretora de Operações da Produtive, Tatiana Lemke, reportagem do Zero Hora mostra esta nova realidade no país.

Aos 55 anos, Carlos Klein navega com tranquilidade por águas dominadas por jovens hiperconectados. E-commerce, startup e serviços digitais são termos que fluem com naturalidade em seu vocabulário — e áreas das quais tira o ganha-pão.  Técnico em eletrônica formado em 1987, ele se orgulha em atuar há 23 anos na mesma empresa em Porto Alegre, onde ascendeu a gerente-geral. Responsável pelo market place (shopping virtual) da Tempo de Casa, que vende aparelhos de limpeza doméstica pela internet, Klein encabeça as mudanças da companhia no oceano de tecnologia.

— Estou sempre lendo, participando de congressos e atento ao que dizem os colegas mais jovens. As novas tecnologias surgem todos os dias e tenho que entender como elas podem nos ajudar a crescer — afirma.

Daqui a três anos, Klein se aposentará por tempo de serviço pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas nem pensa em parar. Ele ilustra um movimento que tem avançado no Brasil: a empregabilidade crescente de profissionais mais velhos. É a mão de obra “prateada”, apelido dado por economistas em alusão aos cabelos grisalhos, que encontra mais vagas no país, como verificou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A ocupação dos brasileiros a partir de 60 anos cresceu 5,4% nos primeiros nove meses de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto na faixa de 40 a 59 anos se ampliou em 2,6% e para trabalhadores mais jovens (18 a 24 anos) caiu 1,3%. Conforme a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério da Economia, o público 50+ já responde por 18,3% da força de trabalho formal.

No Rio Grande do Sul, a quantidade de empregados acima dos 50 anos passou de 260,6 mil em 2009 para 418,7 mil em 2018, um salto de 60,6%, de acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho – antigo Ministério do Trabalho e Emprego. No Brasil, o crescimento foi de 61,6%, com 5,732 milhões de contratos ativos em 2018.

Em um recorte mais restrito, entre os trabalhadores com mais de 65 anos, a ocupação mais do que dobrou: passou de 9.986 empregados em 2009 para 25.773 em 2018 — aumento de 158%, mostra o Ministério da Economia. No país, 332,7 mil “prateados” ainda labutam, um salto de 133% em uma década. No mesmo intervalo, a quantidade de brasileiros com mais de 65 anos subiu 57%.

— Conforme vivem mais, as pessoas têm mais energia para seguir em atividade, até porque sabem que a aposentadoria ficou distante — analisa Tatiana Lemke, diretora de operações da Região Sul da Produtive, que trabalha com recolocação profissional, em referência ao aumento da expectativa de vida da população e à aprovação da Reforma da Previdência.

Vagas pontuais

Apesar do incremento, especialistas verificam que as vagas para este público ainda são pontuais. Estão em cargos gerenciais, onde a experiência é essencial, ou no atendimento ao público em lojas e supermercados, tarefa pouco apetitosa entre os jovens. Os ambientes convidativos costumam ser pequenas e médias empresas, onde os critérios de contratação são mais flexíveis do que nas grandes corporações.

— As grandes empresas ainda são reticentes em chamarem profissionais mais velhos por temerem por sua produtividade ou incapacidade de se manterem atualizados — afirma Glória Yacoub, economista e responsável pela Estagiário Experiente, organização que promove ações para recrutamento de maduros.

Uma pesquisa realizada pela organização verificou que a “linha de corte” das companhias de grande porte do Rio Grande do Sul para contratações fica em 45 anos — ou seja, profissionais acima desta idade dificilmente terão chance de serem contratados.

— O que os gestores alegam é que estes trabalhadores podem ter mais dificuldade para lidarem com novas tecnologias. Mas o que ocorre na prática é que a própria organização deixa de investir no funcionário maduro, o que pode acelerar sua defasagem — explica Glória.

Ganho na diversidade

Este tipo de segregação pode ser um tiro no pé, observa Monica Riffel, fundadora da MaturiLab, consultoria em Recursos Humanos (RH) e serviços para a terceira idade. Abrir mão dos experientes nas companhias significa diminuir a diversidade, esvaziando o fluxo de ideias e a variedade de pontos de vista em uma empresa. Desta forma, corre-se o risco de ignorar um perfil cada vez mais poderoso de consumidor — um estudo da Hype 60+ mostra que os idosos movimentam mais de R$ 1 trilhão ao ano no Brasil.

— O Brasil tem 33 milhões de idosos, número que deve dobrar até 2050, e 60% deles são os provedores financeiros de suas famílias. Se as empresas não tiverem perfis mais próximos a estes consumidores em seus quadros, não conseguirão entendê-los como clientes — afirma Monica, relacionando a idade à mesma lógica que recomenda diversidade de sexo, gênero e raça nas companhias.

Profissionais mais velhos também podem trazer vivência e experiência complementares à vitalidade dos mais jovens, avalia Monica. Mesclar ambos perfis pode ajudar trabalhadores em início de carreira a aprumarem habilidades como comprometimento, empatia, foco e visão estratégica, pilares essenciais no mundo dos negócios.

Esta também é a crença de Arlindo Schunck Filho, 67 anos e proprietário da Tempo de Casa, a firma gerenciada por Carlos. Ele acredita que o perfil mais sereno e comprometido do seu braço-direito é importante para a empresa seguir crescendo e inovando.

— As tecnologias estão sempre mudando, mas isso a gente pode aprender a mexer. A essência do negócio, do atendimento, esta é sempre a mesma e depende dos bons profissionais — prega Arlindo.

Como estruturar um plano B de carreira?

Pensar em um plano B de carreira é extremamente relevante, independente da fase de carreira em que o profissional está e existem alguns fatores a serem considerados na hora de estruturar esta alternativa de renda. No Produtive Carreira LAB de hoje, Nelmar Vaccari, Consultor de Fontes Alternativas de Renda da Produtive, propõe dicas e reflexões para quem deseja começar a empreender. Dê o play!

4 dicas para se sair bem em uma entrevista de emprego

Preparar-se para as perguntas e construir um discurso coerente e alinhado com a carreira não deve ser a única preocupação em uma entrevista de emprego. No Produtive Carreira LAB de hoje, nossa Consultora de Carreira, Fernanda Bitarello, dá 4 dicas práticas para o profissional que quer realmente se sair bem na entrevista! Vamos conferir?

 

O que é FAR e por que pensar nesta estratégia para a minha carreira?

Você já pensou em alternativas e atividades de renda além das que você desempenha em sua atuação corporativa? No Produtive Carreira LAB de hoje, nosso Consultor de FAR (Fontes Alternativas de Renda), Nelmar Vaccari, explica por que todo profissional, independente da faixa etária, precisa pensar no plano B, considerando as constantes transformações de trabalho. Dê o play e confira!

Voltei de um período sabático, o que devo fazer para conseguir uma recolocação?

Retornar de um período sabático pode ser um grande desafio, principalmente para profissionais que precisam redirecionar suas carreiras e se recolocarem no mercado de trabalho. No vídeo do Produtive Carreira LAB de hoje, nossa Diretora de Operações, Tatiana Lemke, dá dicas para facilitar esta retomada como um ponto estratégico na carreira.

 

Tecnologia, terceira idade e finanças: os setores mais promissores para o mercado de trabalho em 2020

Reportagem do jornal Zero Hora, traz especialistas analisando os cenários e conta com a participação do CEO da Produtive, Rafael Souto. Ele reforça o protagonismo do setor tecnológico, mas lembra que a retomada da economia permite uma reação na geração de emprego também na indústria, como construção civil, no varejo e nos serviços

O ano de 2020 surge promissor para algumas profissões e desperta novas oportunidades para setores que estavam estagnados diante da recessão que assolou o país nos últimos anos. Consultados por GaúchaZH, especialistas em recursos humanos apontam quais profissionais estarão entre os mais cobiçados pelo mercado a partir de janeiro. Duas áreas se destacam: tecnologia da informação (TI) e saúde na terceira idade.

Segundo a CEO da Maturilab Coach Recursos Humanos, Mônica Riffel, o envelhecimento da população abre espaço cada vez maior para médicos, fisioterapeutas e cuidadores de idosos, por exemplo. Mônica salienta que este é um fenômeno mundial, mas ainda mais acentuado no Rio Grande do Sul.

— Porto Alegre é uma das capitais que mais está envelhecendo. Isso permite novos ambientes de acolhimentos e abre caminho para profissionais mais maduros, que têm mais cuidado e mais atenção. Nenhuma máquina vai substituir o carinho e a dedicação de um ser humano com uma pessoa mais velha — salienta Mônica.

A consultora destaca que o avanço da tecnologia coloca algumas profissões em extinção, ao mesmo tempo em que passa a exigir outras competências de quem deseja se manter em alta no mercado de trabalho. Criatividade, flexibilidade e senso crítico são três dos atributos mais requisitados, aponta Mônica. A qualificação permanente é outra atitude importante.

— A máquina só responde àquilo para o quê foi programada, então o humano precisa usar as características que só ele tem. Muitos serviços serão substituídos pela tecnologia, mas conhecimento continua sendo fundamental — alerta.

Já para quem trabalha diretamente com tecnologia, 2020 segue promissor para profissionais com domínio sobre softwares. Para o fundador da Produtive Carreira e Conexões com o Mercado, Rafael Souto, os melhores empregos e a maior quantidade de vagas está no setor de tecnologia da informação. Algumas empresas atuantes nos polos tecnológicos vinculados a universidades têm até 50 postos em aberto.

— É uma área em crescimento no Rio Grande do Sul, um dos três Estados que abrem mais vagas e que têm uma base boa de formação. Também é uma área sem fronteiras, você pode trabalhar em Porto Alegre para uma empresa de São Paulo, por exemplo — diz Souto.

Headhunter da Yoctoo, empresa que atua com consultoria e recrutamento em tecnologia, Diego Barbosa sugere aos profissionais de TI dedicação a algumas habilidades, como organização, agilidade, produtividade e resiliência. Aliado a especializações técnicas, como domínio de todo o universo de dados e capacidade de ação nos demais segmentos digitais das corporações, esses predicados, afirma Barbosa, são cada vez mais valorizados pelos recrutadores.

Rafael Souto reforça o protagonismo do setor tecnológico, mas lembra que a  retomada da economia permite uma reação na geração de emprego também na indústria, no varejo e nos serviços. A construção civil, principal termômetro, já dá sinais de recuperação, com novos lançamentos imobiliários.

Após três anos de queda na produção e fechamento de postos, a indústria está voltando a contratar. Grande empresas como Gerdau, Marcopolo e Randon estão abrindo novos postos de trabalho, a partir do aumento da demanda. O novo cenário, com juro baixo e o dólar em alta, também ajudam na recuperação.

— Com o câmbio atual, ficou mais atrativo exportar. E as taxas de juro incentivam os investimentos, já que o dinheiro parado não rende como antes. Na indústria, isso se reflete em mais empregos tanto no chão de fábrica, para operários menos qualificados, como nos postos mais elevados, como gerentes de produção — analisa Souto.

Nesse panorama, também cresce a cobiça por profissionais que atuam com planejamento financeiro. O forte ajuste imposto às empresas aumentou a necessidade por contadores especializados em controladoria, capazes de manter um fluxo de caixa contínuo e sem riscos à saúde contábil mesmo em tempos de crise.

— Como todo mundo passou a trabalhar com margens muito apertadas, é importante ter alguém que mantenha o lucros diante de redução do faturamento — revela Souto.