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Por que tantas pessoas sentem dificuldade em dar e receber feedbacks?

Dar feedback somente uma vez ao ano não se conecta mais com a velocidade das mudanças e da dinâmica nas carreiras, que exigem conversas mais frequentes. E esse papel não cabe à área de recursos humanos, mas à própria liderança. Em sua coluna para a Você RH, Rafael Souto, CEO da Produtive, explica como este processo pode ser benéfico para o protagonismo e o engajamento dos colaboradores.

Dar retorno sobre fatos, comportamentos e performance é um mantra corporativo há alguns anos.

Existe um consenso na gestão de pessoas de que quanto maior o volume de feedbacks, melhor fica a percepção dos funcionários sobre sua carreira e a organização. Por isso, as novas práticas organizacionais pregam que o feedback não pode acontecer somente uma vez ao ano junto com as tradicionais avaliações de desempenho. Esse modelo antigo não se conecta mais com a velocidade das mudanças e a dinâmica das carreiras que exigem conversas mais frequentes.

Francesca Gino, uma pesquisadora Italiana e professora da Universidade de Harvard, fez um estudo que releva justamente a importância em modificar essa visão. Quanto mais feedbacks o indivíduo recebe e mais curiosidade demonstra em investigar como isso pode ser aplicado no seu desenvolvimento, mais chances ele possui de obter sucesso profissional. Ou seja, quem é mais curioso se sente mais realizado e tem melhor evolução em sua carreira. A riqueza dos estudos de Francesca nos mostra que a soma de feedback e curiosidade é uma combinação potente para o crescimento profissional.

Nessa direção, o feedback é um ato importante para ajudar indivíduos a estarem mais situados sobre como o seu trabalho está indo e, a partir disso, construírem suas ações.

Mas, por que esse tema recorrente nas organizações ainda está entre as maiores dificuldades na prática de gestão e no desenvolvimento de carreiras?

Uma parte do problema está na crença de um grupo de líderes, que pensam que o desenvolvimento de pessoas é tema das áreas de Recursos Humanos e não encontram agenda para as pessoas. E, como afirma o célebre guru indiano Ram Charan, para descobrir se um líder é orientado a pessoas veja o quanto de espaço ele abre na agenda para conversar sobre o desenvolvimento de seus liderados.

Muitos líderes se ocupam com as metas, rotinas e processos e não abrem espaço para conversas sobre desenvolvimento. Feedback contínuo exige tempo e disciplina.

Outro conjunto de problemas está na forma de fazer. A fórmula base para um feedback é dar informações objetivas baseada em evidências. Evitar generalizações e mostrar o impacto ajudam o interlocutor a compreender o feedback. Também reduz o risco de rejeição e postura defensiva. O norte-americado Simon Sinek, especialista em comportamento, costuma dizer que o feedback deve ser baseado num fato e em demonstrar o impacto gerado.

E se a pessoa não estiver aberta para receber o feedback?

E um desafio igualmente importante é de quem recebe o feedback. É necessário que a pessoa seja capaz de compreender que está recebendo uma informação que pode ser útil para o seu desenvolvimento. Muitos se rebelam contra o autor do feedback, ao invés de processar e ver o sentido daquela conversa. A ausência de protagonismo e falta de controle sobre a própria carreira costumam ser um traço cultural que repele feedbacks e busca culpados ao invés de reflexão.

Como mostrou Francesca nos estudos sobre curiosidade, caberá ao profissional definir as ações decorrentes de conversas que tiver em sua jornada profissional. E, a partir das percepções sobre seu desenvolvimento, construir o seu plano de ação. O feedback não termina quando é realizado. O momento é apenas um ponto de partida para construção de novas ações. A carreira não surge, ela é construída.

O feedback contemporâneo é uma ferramenta poderosa para alimentar os projetos de desenvolvimento. Quando realizado de forma contínua, baseado em confiança e como fonte de reflexão, se torna um instrumento estratégico para a gestão da carreira.

Este é o segredo para aumentar o engajamento na sua equipe

Dar feedback somente uma vez ao ano não se conecta mais com a velocidade das mudanças e da dinâmica nas carreiras, que exigem conversas mais frequentes. E esse papel não cabe à área de recursos humanos, mas à própria liderança. Em sua coluna para a Você RH, Rafael Souto, CEO da Produtive, explica como este processo pode ser benéfico para o protagonismo e o engajamento dos colaboradores.

Durante todo o século 20, o mundo do trabalho foi construído com base em sistemas de carreira oferecidos pela empresa. Uma das estratégias para contratar e manter profissionais era oferecer um plano sequencial de carreira para que o indivíduo pudesse projetar sua trajetória na empresa com uma visão de longo prazo.

Essa lógica não é mais possível.

As profundas transformações dos negócios e a necessidade de rever estruturas derrubou a ideia do plano de carreira da empresa. O colapso da previsibilidade da carreira desafia as estratégias de engajamento e desenvolvimento de pessoas.

Durante quase 100 anos fomos acostumados a exigir das organizações que dessem as cartas sobre o desenvolvimento da carreira. Esse modelo ficou obsoleto. Hoje a ideia central é de protagonismo: o indivíduo deve construir sua carreira e desenvolver prontidão para os desafios que surgirem e que façam sentido para o seu projeto.

Esse cenário soa desolador e solitário para muitos profissionais. Levantamentos mostram que uma parte significativa das pessoas ainda espera o plano de carreira da empresa. E mais do que isso, mudam de empresa quando não percebem essas perspectivas bem definidas.

Um estudo recente da consultoria global Gartner, apontou que 52% dos entrevistados afirmaram que mudaram de empresa porque não viam mais perspectiva de carreira na organização.

Como discutir carreira e engajar pessoas nesse cenário?
O primeiro passo é dar clareza dessa filosofia e ajudar as pessoas a compreenderem que o fato de serem protagonistas não significa que estarão sozinhas. Pelo contrário, conversas mais permanentes devem ser incentivadas para que o profissional possa construir suas reflexões e ações de desenvolvimento.

No início desse milênio, o pesquisador Mark Savickas construiu um novo conjunto de ideias sobre carreira e lançou uma teoria chamada “life design”. A ideia consiste na compreensão da história do indivíduo e dos papeis que ele desempenha na vida. E, a partir dessa reflexão, é possível que ele projete os próximos capítulos dessa narrativa.

Savickas deu um salto quântico no aconselhamento de carreira. Sua grande contribuição foi elevar os modelos que eram baseados em “matching” para o “meaning”.  Ou seja, a reflexão que era focada no enquadramento das pessoas num conjunto de cargos ou profissões para um modelo baseado em significado e compreensão da vida como um todo, e não apenas a vida do trabalho. E a partir dessa compreensão, refletir sobre as estratégias de desenvolvimento e os movimentos de carreira.

Diálogo gera engajamento
Nas organizações, a forma prática de aplicar esse modelo é estimular conversas frequentes entre líderes e colaboradores sobre a carreira. Nesse contexto, entender a história do colaborador e investir tempo para discutir seus interesses de carreira passa a ser a forma mais assertiva e potente para desenvolver e engajar.

Tive a oportunidade de acompanhar uma empresa que estava discutindo os resultados de sua pesquisa de clima. Os dados mostraram que os colaboradores que tinham mais conversas de carreira com seus líderes ao longo do ano tinham uma visão mais favorável da organização, da liderança e da carreira. Os dados de favorabilidade aumentavam exponencialmente entre aqueles que tinham mais do que cinco conversas ao longo do ano. No outro lado, os colaboradores que não tiveram conversas de carreira representaram as piores notas em todos os itens da pesquisa.

Em resumo, o diálogo é a chave para lidar com a nova dinâmica do trabalho. E, no que se refere à liderança, ainda temos uma grande caminhada. No estudo sobre carreira da consultoria Gartner, com mais de 2000 profissionais entrevistados, 78% deles não tinham confiança em seus chefes para ter um diálogo aberto sobre carreira. Além disso, 75% não se sentiam encorajados pelo seu líder a fazer movimentos de carreira quando envolvia uma mudança de área. Esses dados demonstram que o comando e controle ainda prevalece na forma de gerir.

Com as lições de Savickas e os dados de pesquisas podemos afirmar que o líder que desenvolve conversas frequentes procurando conhecer o funcionário e apoiá-lo a construir sua trajetória com interesse genuíno no seu desenvolvimento terá mais chances de engajar e manter seu time conectado.

E a organização tem o papel de oferecer ferramentas a apoiar na construção dessa nova narrativa de carreira. E convém destacar que isso não é o futuro do trabalho. Esse desafio já está aí e precisa ser enfrentado.

Evento – Qual o custo de uma transição errada?

Já pensou qual é o verdadeiro custo de uma recolocação mal planejada? Muitos profissionais se movimentam de forma equivocada por receio de ficar muito tempo fora do mercado de trabalho, pela pressa e necessidade de uma rápida recolocação ou, até mesmo, visando apenas o aspecto financeiro e um cargo maior. O emprego e o salário são, sim, fatores importantes, mas a carreira vai muito além disso.

No dia 25/02, às 19h, o Diretor Executivo da Produtive e especialista em carreira, Fernando Vargas, vai dar dicas importantes para você acertar na recolocação, além de mostrar quais os impactos que um movimento mal planejado podem ter na carreira (e na vida) de um profissional. Entenda:

✅ Quando é a hora certa de se movimentar?
✅ Há como calcular o custo de uma recolocação errada?
✅ A importância do pilar financeiro para uma escolha de carreira assertiva.
✅ Tempo fora do mercado: O vilão das oportunidades desalinhadas.
✅ Quando vale a pena aceitar um cargo ou salário menor?
✅ Qual a diferença entre a Transição reativa e Transição proativa?

As vagas são limitadas, então, acesse o link e inscreva-se agora: https://bit.ly/3bv6EsN.

Quando: 25/02, às 19:00
Onde: online, via Meet

Não perca! Nos vemos lá!

Entrevista de emprego remota: veja como se preparar

Com o distanciamento social, a entrevista por videochamada tornou-se obrigatória e passou a exigir novas estratégias de preparação para garantir um alto desempenho frente ao recrutador. A Newsletter “A Vaga É Sua”, do LinkedIn Notícias, traz a participação de Rafael Souto, CEO da Produtive, que fala sobre o tema e dá insights de como se sair bem em uma entrevista de emprego remota.

A entrevista de emprego costuma ser vista como a etapa mais difícil dos processos seletivos. Não à toa: estar cara a cara com o recrutador requer uma grande dose de serenidade, equilíbrio e autoconfiança. É preciso mostrar as suas competências e, ao mesmo tempo, lidar bem com as suas próprias vulnerabilidades.

Esse velho desafio mudou de figura na pandemia. Com o distanciamento social, as entrevistas por videoconferências viraram rotina e passaram a exigir novos métodos e estratégias de preparação para o “encontro” com o recrutador.

A primeira novidade é que, ao contrário do que ocorre na entrevista presencial, o candidato passa a ter responsabilidade sobre o ambiente em que a conversa vai acontecer. Dentro do “ambiente” estão contidas variáveis tão diversas quanto a luminosidade do recinto, o enquadramento da imagem na webcam, a qualidade do áudio do microfone e até a estabilidade da conexão à internet.

Diante do novo normal no mundo do recrutamento, que inclui até videocurrículos, o profissional que busca uma vaga de emprego precisa estar minimamente familiarizado com tecnologia. E não basta a experiência dos bate-papos por Zoom ou Skype com familiares e amigos: é preciso saber manejar essas ferramentas também em um contexto profissional.

“Algumas das ferramentas de videoconferência exigem que se faça um cadastro ou download de aplicativo para serem usadas, então é importante verificá-las com antecedência para garantir que não haverá atrasos”, recomenda Juliana Ribeiro, gerente da empresa de recrutamento Page Personnel.

Outros cuidados técnicos indispensáveis incluem checar o nível de bateria do celular ou computador, a qualidade da conexão da internet e o funcionamento de acessórios como webcam, microfone e fone de ouvido.

Na visão de Rafael Souto, CEO da consultoria Produtive, a necessidade de se adaptar a essas novas ferramentas deve ser entendida não como “mais uma obrigação”, mas como uma oportunidade de evolução profissional.

“Para alguns profissionais que não acompanhavam tendências tecnológicas, o uso dessas plataformas de comunicação se tornou mais corriqueiro, o que acabou acelerando essa mudança e diminuindo a resistência em aprender”, explica ele.

▶ Apresentação visual importa (ainda) mais

O conforto de estar em casa pode levar muitos candidatos a “relaxar” em alguns detalhes importantes para projetar uma boa imagem profissional. Segundo Juliana, estar no seu ambiente doméstico não elimina a necessidade de cuidar da roupa que você vai usar na entrevista, por exemplo.

“Já passei por situações em que o candidato entrou na videoconferência com o cabelo desarrumado e vestindo uma camiseta para uma entrevista que deveria ser mais formal”, conta a headhunter. “Em outra situação, o profissional ficava andando pela casa enquanto falava pelo vídeo”. Atitudes como essas — inofensivas em outros contextos — podem causar uma imagem negativa e até comprometer a aprovação no processo seletivo.

A recomendação sobre o “dress code” continua sendo a mesma que já valia antes da pandemia, explica Thiago Sebben, sócio da Talent Search. “Entenda qual é a cultura da empresa para a qual será entrevistado”, diz ele. “Numa entrevista para um banco tradicional, é natural usar camisa social, gravata, paletó, mas você deve usar roupas mais informais caso se trate de uma startup, por exemplo”.

Além de cuidar da aparência pessoal, também é importante prestar atenção ao local da casa em que você fará a entrevista.

A recomendação dos recrutadores é que o local escolhido seja claro e organizado, e que a câmera esteja posicionada na altura dos olhos, de forma a mostrar seu rosto inteiro e uma parte do tronco.

Outra dica é posicionar a câmera de frente para uma parede lisa, ou então usar um fundo padrão disponível em algumas plataformas de videoconferência. Cuidar da iluminação do ambiente também importa. Ficar de costas para uma janela pode fazer com que o vídeo fique escuro demais, por exemplo.

O objetivo é criar uma imagem neutra, serena, profissional e sem distrações capazes de atrapalhar a fluidez da conversa com o entrevistador.

▶  Aproveite as vantagens de estar atrás da tela

Apesar de exigir preocupações e cuidados até então desnecessários, a entrevista a distância também oferece algumas oportunidades. A primeira é usar o tempo que seria gasto com o deslocamento até o local do processo seletivo para se preparar.

“Sobra mais tempo para se planejar, treinar, pesquisar sobre a empresa e sobre a oportunidade”, lembra Juliana. “Além disso, ao fazer entrevista de casa, o profissional está em um ambiente onde se sente mais confortável, o que por si só já ajuda a diminuir o nervosismo”.

Sem a necessidade de se dirigir a um local físico, também desaparece o risco de se atrasar por causa do trânsito. Isso é uma grande vantagem para garantir um detalhe que continua fazendo toda a diferença para a imagem do candidato, com ou sem pandemia: a pontualidade.

“Chegar na hora certa é um aspecto básico que precisa ser garantido”, diz Thiago. Para ele, é imprescindível que o candidato esteja disponível na “sala virtual” em que vai acontecer a entrevista com alguns minutos de antecedência.

A pontualidade sempre foi um ponto importante nos processos seletivos, mas se tornou ainda mais decisiva em meio à pandemia. Isso porque, com o home office, o número de reuniões tende a aumentar, o que faz com que a agenda do entrevistador tenha que ser cumprida com mais rigor.

“Já passei por situações em que o candidato foi acessar o link para a entrevista na hora em que ela já deveria estar começando”, conta Juliana. “Se acontecer algum problema técnico para ele entrar, a solução pode demorar e atrasar a entrevista, com impacto para a agenda do entrevistador”.

▶  E se acontecer um imprevisto?

Segundo Amanda Adami,  gerente de recrutamento da Robert Half,  o profissional precisa tomar todos os cuidados prévios que estão no seu controle. Nem todas as questões, porém, estarão ao seu alcance.

Falhas na conexão da internet, queda na energia da casa ou ruídos produzidos pela reforma de um apartamento vizinho, por exemplo, podem acontecer.

Se houver um imprevisto, o conselho de Amanda é manter a calma, fazer contato com o recrutador e explicar a situação com franqueza. “Algo de positivo que a pandemia trouxe é que, em geral, as pessoas estão mais empáticas e compreensivas”, diz ela.

Outra dica é garantir que o entrevistador tenha mais de uma forma de entrar em contato com você. “Sempre é indicado pensar em um plano B”, diz Rafael. “Além da internet de casa, vale ter um pacote de dados, por exemplo, para garantir que a comunicação não seja interrompida caso a conexão sofra interferências”.

A depender do cenário, porém, é melhor não insistir.  Se as interrupções forem constantes ou difíceis de contornar, é mais indicado remarcar a conversa para outra data. É mais provável que você tenha um desempenho melhor na entrevista e, portanto, tenha mais chances de ser aprovado na seleção.

▶  Dá para criar vínculo com o recrutador pela tela?

Uma pesquisa conduzida pela consultoria Robert Half mostrou que um terço dos recrutadores veem os processos seletivos 100% online como mais rápidos do que os que incluem etapas offline. Por outro lado, a maior desvantagem apontada por eles é que ficou mais difícil conhecer o profissional pela falta do “olho no olho”.

Quando ocorre de forma presencial, a entrevista serve como oportunidade para manter contato visual com o candidato, observar sua linguagem corporal – o que possivelmente pode criar empatia e vínculo entre as duas partes.

Fica então a dúvida: é possível estabelecer uma conexão realmente humana com o entrevistador pelo vídeo? Para os especialistas ouvidos pela série “A Vaga É Sua”, a resposta é sim.

“Dá para quebrar o gelo se você buscar ter o máximo de naturalidade possível e apostar na simpatia”, diz Rafael. Saber ouvir também é essencial. “Falar sem parar, interromper a pessoa que está falando ou olhar para outra direção que não seja para o recrutador são atitudes que causam má impressão”, completa ele.

Para compensar o “olho no olho”, o candidato precisa caprichar na comunicação verbal. A dica de Juliana é observar fatores como a entonação do discurso, a velocidade da fala e a disposição para a escuta.

“O ideal é que o candidato consiga se apresentar de forma confiante e natural, o que irá garantir a atenção do entrevistador e também dará uma noção também sobre o seu perfil comportamental”, conclui.

O que é preciso fazer para atuar como professor?

A possibilidade de atuar como professor é uma das mais cogitadas por profissionais que buscam um plano B de #carreira, mas algumas condições são necessárias para que esta experiência seja viabilizada no século XXI. Alguns profissionais têm saído da zona de conforto e se atualizado no decorrer dos anos, se aperfeiçoado no uso das tecnologias e, em tempos de distanciamento social, esta não é só uma opção, mas um ponto crucial para exercer a atividade. Veja as dicas que o nosso Consultor de Fontes Alternativas de Renda, Nelmar Vaccari, oferece para os que estão interessados em atuar no mundo acadêmico.

Qual o momento de carreira que posso atuar como consultor?

Uma das possibilidades de trabalho para o profissional contemporâneo é a atuação como Consultor e existem alguns fatores, como a credibilidade do profissional, que podem impactar na aceitação do mercado. O nosso Consultor de Fontes Alternativas de Renda, Nelmar Vaccari, fala sobre este assunto no Produtive Carreira LAB de hoje!

Como saber se tenho perfil para ser empreendedor?

Pelo menos, uma vez na vida, alguém já pensou em abrir o próprio negócio. Existem diversos tipos de empreendedores, mas há um fator determinante e comum em todos eles. No Produtive Carreira LAB de hoje, nosso Consultor de Fontes Alternativas de Renda, Nelmar Vaccari, fala sobre o assunto e nos diz qual é esse fator e como é um perfil profissional que se encaixa bem para o andamento de um negócio. Dê play no vídeo e confira!