Desde os escândalos da Enron e Worldcom em 2001, o sistema corporativo tem falhado em coibir práticas predatórias focadas em bônus de curto prazo. Nos últimos anos, surgiu uma nova safra de parasitas corporativos que combinam fraudes financeiras e gestão de pessoas degradante. O caso do CEO da Better, Vishal Garg, que demitiu 900 funcionários via Zoom, ilustra o dano à saúde mental das equipes. No Brasil, o sistema foi alertado por manipulações financeiras em casos como Lojas Americanas e 123 Milhas.