Embora o desenvolvimento de talentos seja crucial, o foco corporativo em corrigir falhas muitas vezes negligencia o potencial individual. Um artigo recente da Harvard Business Review defende a abordagem de focar nos pontos fortes naturais, impulsionando o colaborador ao seu máximo potencial. Essa negligência tem um alto custo: um estudo da McKinsey aponta que 70% dos funcionários não utilizam seus pontos fortes no trabalho, impactando negativamente a produtividade e o desempenho individual.