Liderança e protagonismo profissional são os temas centrais do artigo “Pare de esperar a liderança perfeita”, que aborda a urgência da iniciativa individual diante da sobrecarga dos gestores. Em vez de adotar uma postura passiva ou de vitimismo corporativo, profissionais de alta relevância devem assumir a responsabilidade por suas carreiras através do conceito de “gerir o chefe”, provocando feedbacks e alinhamentos necessários.
Dados da consultoria Bain alertam para o overload da liderança, enquanto pesquisas da McKinsey & Company revelam que gestores gastam cerca de 75% do tempo em atividades alheias ao desenvolvimento de pessoas. Nesse cenário de estruturas mais enxutas e velozes, destaca-se o valor do gravitas, conceito estudado por Sylvia Ann Hewlett. Esta competência reflete a presença executiva por meio da maturidade, estabilidade emocional e capacidade de exercer influência lateral e resolver conflitos sem depender de autoridade formal.