O quiet firing, ou demissão silenciosa, é a prática de excluir sistematicamente um profissional de decisões e reuniões sem desligá-lo formalmente, visando forçar sua saída voluntária por exaustão. No cenário internacional, a psicologia organizacional define esse fenômeno como ostracismo no trabalho, uma forma de violência invisível que substitui a transparência e o diálogo pela procrastinação da decisão de demitir. Diferente de transições estratégicas legítimas, essa prática esvazia o papel do colaborador enquanto mantém o vínculo formal ativo.