Com o fim da “Era do Emprego,” o indivíduo torna-se ator central na competitividade organizacional, intensificando a guerra por talentos. O investimento em T&D é crucial: a pesquisa global Workmonitor, da Randstad, com 27 mil profissionais de 34 países, revela que 48% dos brasileiros não aceitariam um emprego sem planos de desenvolvimento futuro. Isso exige que o RH abandone a predição baseada no passado e promova o letramento para identificar a agilidade de aprendizagem.