NEWSLETTER CARREIRA EM DEBATE – SETEMBRO 2016


 

Segundo estudo exclusivo realizado pela Produtive, a conjuntura do mercado tem impactado diretamente na queda da remuneração média das novas posições abertas. Mas além da crise e do excesso de profissionais qualificados disponíveis, os salários superinflacionados do passado também provocaram esse efeito.

Crise e excesso de profissionais qualificados disponíveis impactam a média de remuneração; efeito é sentido tanto nas posições de alta gestão como nas de níveis intermediários

O panorama econômico instável, que resulta na maior oferta de bons profissionais disponíveis, tem impactado diretamente na média salarial das novas posições abertas no mercado. É o que aponta estudo conduzido pela Produtive Carreira e Conexões como Mercado, que observou, de maio até agora, uma queda de 13% na média das remunerações das oportunidades abertas. Para gerar esse resultado, a consultoria comparou o salário anterior que os profissionais recebiam versus o salário com o que os seus assessorados se recolocaram após a transição de carreira realizada. Ao todo, 80 profissionais participaram do levantamento.

“A crise sem dúvida é o principal fator para esse resultado, pois ela gera uma mão de obra qualificada excedente. Hoje, muitas empresas conseguem contratar por salários menores profissionais que até há pouco tempo não conseguiriam”, esclarece Rafael Souto, CEO da Produtive. “Outro ponto importante é que os salários estavam superinflacionados. Agora, estão de acordo com a realidade”, conclui.

Nas posições intermediárias, a queda média na remuneração, segundo o estudo, foi de 11,43%. O percentual é maior quando o recorte analisado é o da alta gestão: 16, 83%. Em 69% das posições, em ambos os níveis, foi percebida a queda na remuneração, enquanto 6% se mantiveram com a remuneração estável e 25% apresentaram aumento na remuneração.

Esse dado é efeito da crise?

Seria importante saber há quanto tempo essas pessoas estavam empregadas para entender se os 13% representam uma queda real de salários no mercado, mas de fato houve uma queda na remuneração em novas contratações. Isso porque há profissionais com salários mais negociáveis, que permite às empresas contratar profissionais bons com salários menores.

Os salários, de fato, estavam superinflacionados?

O mercado diz que realmente havia uma certa inflação nos salários. Não diria que isso seria em todas as áreas, mas havia segmentos de mercado e empresas cujos salários estavam um pouco inflacionados.

Você tem notado esse fenômeno nas posições que têm trabalhado?

Houve uma queda natural. É a lei da oferta e da demanda: quando há muita oferta de profissionais no mercado, os salários se reduzem.

 

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